MEDIA AGE EXPERIENCE
"INESPERADO, INTELIGENTE E DIVERTIDO"

News Standard

A Guerra da Ucrânia mudou o paradigma do jornalismo? Há mais propaganda?

“A primeira vítima da guerra é a verdade”. A frase tem sido atribuída a vários autores ao longo dos anos, mas coloca hoje no centro da discussão a reportagem de guerra como género jornalístico.

O risco de se confundir com um ‘modelo de propaganda’ põe este género no centro da polémica. E com o crescente protagonismo dos novos media, o fluxo de informação (e de desinformação) não abranda.

Neste Episódio, José Rodrigues dos Santos e Helena Ferro de Gouveia falam sobre o jornalismo de guerra e sobre o papel dos novos media que, com o efeito da globalização, estão a pôr em causa o papel tradicional da informação nas sociedades democráticas ocidentais.

José Rodrigues dos Santos é jornalista, correspondente de guerra, professor universitário e escritor.

Helena Ferro de Gouveia é especialista em Comunicação e analista de Assuntos Internacionais.

Plataformas

SpreakerApple PodcastsSpotifyDeezerPodcast AddictPodchaseriHeartRadioGoogle PodcastsCastboxJioSaavn

Devemos acreditar nas sondagens? E nas notícias das sondagens?

Nos últimos anos em Portugal, as empresas de sondagens foram acusadas de falhar com estrondo em várias eleições. O rigor das estatísticas eleitorais continua a ser defendido na comunicação social, mas cada vez com menor credibilidade pública.

São vários os fatores que podem afetar estas previsões, mas é sobretudo a ‘leitura’ das sondagens que pode criar cenários diferentes.

Neste Episódio, Luís Paixão Martins e António Salvador conversam sobre a importância das sondagens e porque estas podem acabar como as grandes derrotadas das eleições.

As sondagens estão erradas e precisam urgentemente de mudar metodologias?

Ou estão certas e nós é que precisamos de as aprender a ler?

Luís Paixão Martins é Consultor de comunicação e presidente da Acta Diurna, associação promotora do NewsMuseum. Fundador da LPM Comunicação.

António Salvador é Presidente do Conselho de Administração do Grupo GfK Portugal, foi Presidente da APODEMO e fundador e diretor da Intercampus. É o atual representante da WAPOR em Portugal.

Plataformas

SpreakerApple PodcastsSpotifyDeezerPodcast AddictPodchaseriHeartRadioGoogle PodcastsCastboxJioSaavn

Episódios NewsMuseum

EPISÓDIOS é o podcast do NewsMuseum. Conversas entre dois convidados sobre a atualidade, a comunicação e os media.

EPISÓDIOS é o podcast do NewsMuseum. Conversas entre dois convidados sobre a atualidade, a comunicação e os media.

ZECA MENDONÇA, O ASSESSOR DE TODOS OS LÍDERES

Uma evocação a Zeca Mendonça, que se destacou como assessor de imprensa de todos os líderes sociais-democratas, durante mais de 40 anos.

Uma evocação a Zeca Mendonça, que se destacou como assessor de imprensa de todos os líderes sociais-democratas, durante mais de 40 anos.

Com depoimentos de Aníbal Cavaco Silva, Francisco Pinto Balsemão, José Manuel Durão Barroso, Luís Filipe Menezes, Luís Marques Mendes, Manuela Ferreira Leite, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Passos Coelho, Pedro Santana Lopes, Rui Machete, Conceição Monteiro, Paulo Rangel, Rui Rio, Natália Carvalho e Carlos Coelho.

[[{“fid”:”4373″,”view_mode”:”full”,”type”:”media”,”attributes”:{“class”:”file media-element file-full”},”link_text”:”ZECA MENDONÇA, O ASSESSOR DE TODOS OS LÍDERES”}]]

José Luís Mendonça Nunes, conhecido por Zeca Mendonça, esteve, durante mais de 40 anos, ao lado de todos os presidentes do PSD. Quem com ele trabalhou destaca, sobretudo, a dedicação ao partido e a lealdade a todos os presidentes.

Tornou-se funcionário do PSD (então PPD) em 1974, quando integrou a lista de cinco mil subscritores da legalização do partido.

Começou logo a trabalhar, primeiro como segurança, a convite de João Inácio Simões de Almeida e, desde 1977, como assessor de imprensa, acabando por liderar o gabinete de imprensa do partido.

Como assessor de imprensa, Zeca Mendonça trabalhou com 17 presidentes do PSD (contando Leonardo Ribeiro de Almeida, que presidiu à Comissão Política quando Francisco Sá Carneiro liderava o partido), terminando funções no mandato de Pedro Passos Coelho.

No Congresso do PSD em Espinho, em 2016, Zeca Mendonça recebeu um aplauso, de pé, dos delegados, durante uma homenagem aos funcionários do partido.

Em dezembro de 2017, põe fim a 43 anos de ligação profissional ao PSD para ir reforçar a equipa de assessoria de Marcelo Rebelo de Sousa, na Presidência da República.

Faleceu aos 70 anos, em março de 2019.

Voz da Fátima: 100 anos

A história de uma mensagem em Portugal e no mundo

Desde a primeira publicação, a 13 de outubro de 1922, o jornal “Voz da Fátima” destinou-se a divulgar os fenómenos e acontecimentos de Fátima. Tornou-se um meio de comunicação fundamental não só para os fiéis, mas também para difundir Fátima como o Altar do Mundo.

A exposição audiovisual marca as comemorações do centenário do jornal católico com maior tiragem atualmente: mais de 62 mil exemplares a saírem mensalmente. O órgão oficial de informação e formação do Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima é divulgado em formato digital e em papel.

Desde a sua criação que o jornal mais antigo do Santuário de Fátima difunde os fenómenos do local com crónicas muito detalhadas. Fundado na Cova da Iria, por Manuel Marques dos Santos, o jornal local foi fundamental num processo que haveria de impor Fátima não só à própria Igreja, como à Imprensa nacional e mundial.

Os vários números do “Voz da Fátima” permitem-nos traçar a história do Santuário. A leitura de rubricas, como o “Movimento no Santuário” permite-nos saber quem foram as pessoas que se deslocaram ao Altar do Mundo, quer se tratassem de fiéis, peregrinos ou até curiosos.

O jornal revelou-se como uma plataforma de comunicação ao longo das várias épocas. O espaço da publicação aberto à comunidade, denominado “Comunicação de Graças”, informa-nos sobre quem eram os leitores, bem como quais eram as suas preocupações ou as sensações e sentimentos sobre Fátima.

Através do “Voz da Fatima” é possível ler as preocupações de Portugal e do mundo em cada época, desde a 2.ª Guerra Mundial, à Guerra Fria ou à Revolução de Abril. O tema da Paz é intensamente tratado, nomeadamente no que respeita ao destaque de Pio XII, o Papa que consagrou a internacionalização de Nossa Senhora de Fátima quando em plena Guerra Mundial, em 1942, fala em português ao mundo para proclamar a devoção ao Imaculado Coração de Maria, um pedido feito por Nossa Senhora durante a sua aparição aos três pastorinhos.

A 13 de maio de 1946, o Papa Pio XII faz-se representar pelo Cardeal Aloisi Masella em Fátima, para coroar a imagem de Nossa Senhora.

Em 1958, a “Voz da Fátima” consagrou o número de novembro à memória do Papa Pio XII.

Capa

A partir de 1940, com o impacto da divulgação da primeira e segunda parte do segredo de Fátima e com as alterações do contexto geoestratégico e geopolítico consequente à Guerra Fria, Fátima começa a internacionalizar-se num ritmo mais intenso.

Respondendo à propagação global do fenómeno de Fátima, o jornal procura chegar aos inúmeros fiéis espalhados pelo mundo. Em 1946 surge a primeira publicação periódica do Santuário em língua estrangeira. Surgem publicações em vários idiomas para além da língua portuguesa.

O “Voz da Fátima” apresenta o suplemento Ano Santo, que se destina a refletir sobre o Jubileu e as dinâmicas eclesiais da celebração, mas ao mesmo tempo expõe o contexto político do país. Esta situação é particularmente notória após a Revolução de Abril, depois do número de maio de 1974. A partir dessa data é possível ler a construção do regime democrático a partir do tema do Ano Santo e percecionar a posição da Igreja face aos movimentos políticos. A Igreja destaca a importância da reconciliação, considerando esta noção fundamental para se atingir a verdadeira democracia e a verdadeira liberdade.

Voz da Fátima: 1974

A relevância do “Voz da Fátima” assenta também no seu excecional potencial de informação histórica. As páginas do jornal são uma janela para os momentos mais marcantes dos cem anos de vida do Santuário Mariano. Citando Marco Daniel Duarte, Diretor do departamento de Estudos do Santuário: o jornal Voz da Fátima não é um acrescento ao Santuário de Fátima. Faz parte desse edifício que é o próprio Santuário (…). É uma Instituição dentro de uma Instituição.

NewsMuseum Educa

NewsMuseum abre as portas a visitas de estudo em Zoom

A Queijada Vencedora

Ex-libris da vila de Sintra, este doce tradicional à base de queijo fresco tem uma longa história que remonta à Idade Média. Mais tarde a receita original foi adaptada pelas pastelarias de Sintra, como a “Piriquita”, a “Maria Sapa” ou a “Casa do Preto”.

Ex-libris da vila de Sintra, este doce tradicional à base de queijo fresco tem uma longa história que remonta à Idade Média. Mais tarde a receita original foi adaptada pelas pastelarias de Sintra, como a “Piriquita”, a “Maria Sapa” ou a “Casa do Preto”.

Eleição Património Mundial

Foi na capital alemã, em 1995, que Sintra obteve um importante reconhecimento internacional ao receber a classificação de Património Mundial da Unesco pela sua única Paisagem Cultural, englobando o centro histórico da vila, o seu espaço urbano e o imponente espaço natural.

Foi na capital alemã, em 1995, que Sintra obteve um importante reconhecimento internacional ao receber a classificação de Património Mundial da Unesco pela sua única Paisagem Cultural, englobando o centro histórico da vila, o seu espaço urbano e o imponente espaço natural.

Espiões da II Guerra em Sintra

Em plena II Guerra Mundial, Sintra assistiu à chegada, na sua Base Aérea, de Josephine Baker, a famosa espiã, cantora e bailarina que procurava descobrir os segredos das movimentações nazis em França.

Em plena II Guerra Mundial, Sintra assistiu à chegada, na sua Base Aérea, de Josephine Baker, a famosa espiã, cantora e bailarina que procurava descobrir os segredos das movimentações nazis em França.

O Mistério da Estrada de Sintra

A primeira obra literária assinada por Eça de Queiroz é também o primeiro romance policial português. Escrito em parceria com Ramalho Ortigão, este mistério foi lançado sob a forma de cartas anónimas no Diário de Notícias e muitos acreditaram que se tratava de um caso real.

A primeira obra literária assinada por Eça de Queiroz é também o primeiro romance policial português. Escrito em parceria com Ramalho Ortigão, este mistério foi lançado sob a forma de cartas anónimas no Diário de Notícias e muitos acreditaram que se tratava de um caso real.

2021

UM ALMIRANTE E UMA ‘BAZUCA’​

A grande figura nacional de 2021 foi o vice-almirante Gouveia e Melo, que coordenou a task force responsável pela campanha de vacinação em massa. Chamado numa altura em que Portugal liderava o top mundial de número de casos, Gouveia e Melo conseguiu tão bons resultados que terminou o ano como chefe do Estado-Maior da Armada e a liderar sondagens para as presidenciais 2026.

Chegou a famosa ‘bazuca’; 16,6 mil milhões de euros que constituem um Plano de Recuperação e Resiliência aprovado pelo Conselho da União Europeia para ajudar a economia a recuperar da crise pandémica.

Tivemos pela primeira vez atos eleitorais nacionais em pandemia. Nas eleições presidenciais, Marcelo Rebelo de Sousa foi reeleito à primeira volta com 60,7% dos votos. Nas autárquicas, o PS aguentou-se como o partido com mais câmaras (148), mas perdeu Lisboa, que governava há 14 anos. O PSD recuperou 30 autarquias (ganhou 72), principalmente Lisboa, com uma surpreendente vitória de Carlos Moedas sobre Fernando Medina.

O ano terminaria de forma complicada para o PS que, uma vez desfeita a ‘geringonça’, viu o seu Orçamento para 2022 chumbado pela oposição. O Presidente dissolveu a Assembleia da República e convocou eleições legislativas antecipadas para 2022.

A Justiça passou por um grande embaraço quando, condenado em vários processos relacionados com o Banco Privado Português a mais de 18 anos de prisão, o banqueiro João Rendeiro foge do país para parte incerta.

É desencadeada a Operação Cartão Vermelho, que leva à prisão do presidente do Benfica Luís Filipe Vieira, acusado de lesar o Novo Banco, o Estado e a SAD do clube em mais de 100 milhões de euros. “Benfica pagava luvas indevidas nas contratações e o dinheiro ia para empresas de Vieira. Desvios terão chegado a €2,4 milhões. Todas as ligações e negócios entre Luís Filipe Vieira, José António dos Santos e Bruno Macedo”. Uns dias depois, demitiu-se da presidência, sendo substituído por Rui Costa.

O Sporting voltou a ser campeão nacional de futebol 19 anos depois. Tivemos um Europeu de Futebol, chamado de “2020”, mas que se realizou em 2021 por causa da pandemia. Os jogos decorreram em 12 cidades europeias, com a abertura em Roma e a final em Londres. Portugal foi eliminado nos oitavos de final pela Bélgica. A Itália foi a campeã.

Também os Jogos Olímpicos de verão 2020 realizaram-se em 2021, em Tóquio. Portugal conseguiu uma medalha de ouro (Pedro Pablo Pichardo no triplo salto), uma de prata (Patrícia Mamona no triplo salto), e duas de bronze (Fernando Pimenta em canoagem e Jorge Fonseca no judo).

Perante o início da retirada norte-americana do Afeganistão em 2020, foi apenas uma questão de tempo para os talibãs controlarem o país sem resistência. “Sai o último soldado dos EUA, regressa a teocracia.” Nos EUA, no dia em que o congresso se reunia para ratificar o resultado das eleições, Trump fez um comício em Washington e incentivou os seus apoiantes a irem ao Capitólio “salvar a América”, o que resultou numa dramática invasão do edifício, que causou vítimas mortais.

A 25 de julho o cabeçalho do Expresso mudou de cor. “A Hungria optou por mais um atropelo à liberdade e ao respeito pelo outro, desta vez sobre a comunidade LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, transgénero e intersexuais). O Expresso decidiu associar-se à denúncia desse ataque, alterando nesta edição a cor do seu logótipo.”

Um porta-contentores encalhou no Canal do Suez, impedindo o trânsito de navios durante cinco dias, o que teve impacto no comércio mundial. “Portos nacionais levam um mês a recuperar”, escrevemos.

Morreram Julião Sarmento, Carlos do Carmo, Jorge Sampaio, João Cutileiro, Chick Corea, Olga Prats, Pedro Tamen, Otelo Saraiva de Carvalho, Charlie Watts, José-Augusto França, Desmond Tutu, Joan Didion…

O PCP fez 100 anos. E três multimilionários enviaram as suas naves particulares ao espaço, inaugurando a era das viagens turísticas: Richard Branson (Virgin Galactic), Jeff Bezos (Blue Origin) e Elon Musk (SpaceX).

 

2021

 

2020

CHEGOU O FIM DO MUNDO OU ALGO PARECIDO

No dia 1 de fevereiro, o Expresso publicava na primeira página “Na zona proibida, a fugir da morte. Reportagem na China, no epicentro do surto. Poucos países estão preparados para epidemias. Economia mundial já se ressente. Saiba tudo sobre o vírus que está a alarmar o mundo”.

O nome ainda não dizia nada aos leitores, mas não tardaria que coronavírus, covid-19 e SARS-CoV-2 entrassem no léxico. A OMS tinha confirmado em janeiro a existência de um novo coronavírus a provocar um surto de pneumonias atípicas na cidade de Wuhan, China. Os primeiros casos em Portugal seriam confirmados no dia 2 de março. Rapidamente começou uma corrida ao álcool gel e uma discussão sobre máscaras, António Costa decretou o fecho das escolas, foram suspensos os jogos de futebol e aos poucos todo o país foi parando. É declarado o estado de alerta. O concelho de Ovar é colocado em quarentena obrigatória, após declaração de estado de calamidade. A 18 de março é declarado o estado de emergência em todo o país. A primeira vacina chegou em dezembro.

A 29 de fevereiro o Expresso escrevia: “Graça Freitas admite 1 milhão de infetados em Portugal”. As palavras da diretora-geral da Saúde foram consideradas exageradas e alarmistas. Até ao dia 13 de dezembro de 2022, em Portugal houve 5.549.479 casos confirmados, com um total de 25.584 mortes.

Seguiram-se crises no turismo, na restauração, em todas as atividades que não podiam ter teletrabalho, casos dramáticos de surtos e mortes nos lares de terceira idade, falta de ventiladores para as Unidades de Cuidados Intensivos, empresas em lay-off, o fim do cumprimento de mão, o confinamento geral, suspensões de missas, hospitais de campanha, o regresso da telescola, os boletins diários da DGS, mortes de idosos, fronteiras fechadas, repatriamentos, filas nos supermercados, distanciamento social… No final do ano, o Expresso escolheu os profissionais de saúde como Figura Nacional, o estado de emergência o acontecimento nacional e a pandemia o acontecimento internacional.

Por causa da pandemia, o PIB registou, no segundo trimestre de 2020, a maior queda de sempre: -16,5%. António Costa chamou um independente para ‘salvar’ a economia. “António Costa Silva, gestor da petrolífera Partex, já está a negociar plano de retoma com ministros e vai falar com partidos e parceiros sociais”.

A meio do ano, Ricardo Salgado foi acusado de ter montado e liderado uma rede criminosa dentro do Grupo Espírito Santo e do Banco Espírito Santo, e de crimes de corrupção, branqueamento de capitais, falsificação de documentos, fraude no comércio internacional e desvio de fundos.

Francisco Rodrigues dos Santos tornou-se líder do CDS.

O ucraniano Ihor Homeniuk foi morto nas instalações do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, no Aeroporto Humberto Delgado por inspetores do SEF que o espancaram brutalmente.

O Expresso revelou a investigação Luanda Leaks, que expõe a forma como Isabel dos Santos criou a sua fortuna e vários esquemas de desvios de dinheiro na qual surge envolvida.

O rei Juan Carlos de Espanha exilou-se nos Emirados Árabes Unidos por causa de um caso de corrupção.

A explosão de um armazém de produtos químicos no porto de Beirute foi equivalente a um sismo de magnitude 3,3, destruiu parte da cidade e matou mais de 200 pessoas.

Neste ano faleceram Vasco Pulido Valente, Gonçalo Ribeiro Telles, Eduardo Lourenço, José Cutileiro, Diego Maradona, Cruzeiro Seixas, Kirk Douglas, George Steiner, Albert Uderzo, Luis Sepúlveda, Rubem Fonseca, Little Richard, Stanley Ho, Maria Velho da Costa, Ennio Morricone, Quino, Vicente Jorge Silva, Sean Connery, John le Carré, Reinaldo Teles…

Nos EUA, Joe Biden derrotou Donald Trump nas presidenciais, numas eleições muito conturbadas, pois o presidente cessante nunca reconheceu a derrota, afirmando ter sido vítima de fraude eleitoral. O país também viveu dias muito agitados de revoltas nas ruas pelo movimento Black Lives Matter, depois do afro-americano George Floyd morrer asfixiado ao ser detido por um polícia que o deitou no chão e manteve um joelho sobre o seu pescoço durante 8 minutos.

2020