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News Standard

A visita do Clube da Biblioteca Municipal de Setúbal

O Clube da Biblioteca Municipal de Setúbal viajou pelo globo da Liberdade de Imprensa, a 15 de julho

Em 1936, já como Chefe de Redação do Diário de Lisboa, Norberto Lopes tornou-se no primeiro repórter português na Guerra Civil Espanhola. De Espanha para Lisboa chegou o relato que mostrou, desde logo, peripécias na viagem.

«A greve geral ferroviária que nos retém é um sintoma concludente de que a situação não se apresenta inteiramente favorável ao Governo».

Depois da viagem, negociada a ferros com os taxistas Norberto Lopes consegue, finalmente chegar a Madrid. As comunicações estavam interrompidas, com telégrafo, telefone e correio cortados. Assim que consegue, o repórter enviou um telegrama que descrevia as gentes madrilenas:

«A povoação tinha uma fisionomia pitoresca e inédita. Grupos armados percorriam as ruas, defendiam a entrada da vila em trincheiras cavadas à pressa e protegiam o “ayuntamiento”, onde dava ordens o Comité Revolucionário».

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Posteriormente, embrenhado nas teias bélicas, Norberto nota a censura que se fazia sentir de ambos os lados das barricadas:

«Se a censura de Madrid é rigorosa e deixa apenas filtrar para o estrangeiro as notícias que lhe convém, a censura dos revoltosos não é menos apertada e opõe-se, sobretudo, a transmissão de notícias que possam prejudicar as operações militares, o que até certo ponto se compreende», escrevia, a 3 de agosto de 1936.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entre perseguições e ameaças de prisão, Norberto testemunhou um assalto ao “ayuntamiento”, escondido detrás de uma esquina:

«Assisti, à luz dos candeeiros que iluminavam o cenário dramático da luta, a um combate desigual. (…) Metralhadoras e granadas de mão crivavam o edifício de chagas sangrentas e abria na noite um leque de luz (…) Não tardou muito  que os sitiados pedissem a paz. Uma dúzia de comunistas foram saindo lentamente do edifício, de mãos no ar e de olhos espavoridos. A certa altura, um deles destacou-se do grupo e tentou a fuga.  – Alto! Alto! Alto! À terceira vez, partiu um tiro. O pobre rapaz caiu redondo».

Por fim, o tiroteio terminou e o repórter confessou: «Tive a sensação de ter acordado de um terrível pesadelo e de que me encontrara, subitamente, à beira de um abismo».

 

 

O Último Apaga a Luz – RTP3

A emissão do programa o “Último Apaga a Luz” foi gravada no NewsMuseum, a convite de Rodrigo Moita de Deus, diretor do espaço.

O Último Apaga a Luz – RTP3, 13/05/2016

A emissão do programa o “Último Apaga a Luz” foi gravada no NewsMuseum, a convite de Rodrigo Moita de Deus, diretor do espaço.

Sobre esta reportagem, Norberto revelou, aos 83 anos, numa entrevista: «devo dizer que o homem da travessia não foi Gago Coutinho, a quem ouvi, há poucos dias, chamar na televisão o primeiro aviador português. Ele nunca foi aviador, mas sim Sacadura Cabral, que está injustamente esquecido».

Jornalista de têmpera transmontana, Norberto Lopes nasceu no Vimioso, a 30 de setembro de 1900.Trocou o Direito pelo Jornalismo porque, como o próprio sublinhou, «um jornalista digno desse nome está sempre no encalço com a verdade».

 

 

 

A visita dos professores do Colégio do Amor de Deus

A 7 de julho, os professores do Colégio do Amor de Deus tornaram-se alunos e embarcaram numa viagem pelo sistema mediático no NewsMuseum

Maria Lamas foi uma defensora dos Direitos Humanos e dos direitos das mulheres. Inscrita desde 1936 na Associação Feminina para a Paz, foi um membro notável do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, do qual foi presidente em 1945. Mais tarde é obrigada a optar entre o Conselho e a revista Modas & Bordados. Em 1947 declara-se publicamente feminista.

A sua atividade libertadora de consciências e identidade desafiava os ideais do Antigo Regime. Não obstante, a sua oposição é intensificada quando, em 1949, ingressa nas organizações políticas Movimento Democrático Nacional (MDN) e Movimento de Unidade Democrática (MUD). Maria Lamas participa ativamente em algumas campanhas eleitorais, nomeadamente na campanha do General Norton de Matos à Presidência.

As suas atividades foram consideradas subversivas, motivo pelo qual foi perseguida e presa pela ditadura até que partiu o para o exílio em Paris, de onde voltou apenas em 1969.

No regresso, adere ao PCP (Partido Comunista Português) e torna-se Diretora Honorária da revista Modas & Bordadose da revistaMulheres.

Em 1980 é agraciada com o Grau de Oficial da Ordem da Liberdade e em 1982 é homenageada pela Assembleia da República.

 

 

Maria Lamas foi jornalista, escritora, tradutora – uma investigadora autodidata na História das Mulheres do Portugal contemporâneo.

Morreu a 6 de dezembro de 1983. Uma portuguesa notável e  uma cidadã europeia do século XX.

 

As Manhãs da 3 – Antena 3

Já abriu o museu das notícias, em Sintra. Um sonho de Luís Paixão Martins que se tornou um museu interativo onde se tenta dar a compreender a origem das notícias e a evolução dos meios de comunicação social ao longo dos tempos. No antigo Museu do Brinquedo, mesmo à entrada da vila.

As Manhãs da 3 – Antena 3, 03/05/2015

Já abriu o museu das notícias, em Sintra. Um sonho de Luís Paixão Martins que se tornou um museu interativo onde se tenta dar a compreender a origem das notícias e a evolução dos meios de comunicação social ao longo dos tempos. No antigo Museu do Brinquedo, mesmo à entrada da vila.

Na qualidade de jornalista dirigiu a revista Modas & Bordados (1928-1947), um suplemento semanal do jornal O Século.

Nesta época, o Bairro Alto, em Lisboa, era conhecido como o «Bairro da Imprensa» e foi aqui que Maria Lamas conheceu o escritor e jornalista Ferreira de Castro, que a convidou para colaborar na revista Civilização. Maria Lamas aceita e cria uma publicação suplementar, destinada ao público infantil, chamada Reino dos Miúdos. Em 1935, funda uma revista semanal para raparigas chamada Joaninha.

 

 

 

5 para a Meia-Noite – RTP

Rodrigo Moita de Deus, diretor do NewsMuseum, apresenta este projeto. O espaço  – dividido em três pisos – constitui uma experiência sensorial, onde os visitantes vão poder ler, observar, ouvir e tocar.

5 para a Meia-Noite – RTP, 02/05/2016

Rodrigo Moita de Deus, diretor do NewsMuseum, apresenta este projeto. O espaço  – dividido em três pisos – constitui uma experiência sensorial, onde os visitantes vão poder ler, observar, ouvir e tocar.

Maria Lamas foi uma das primeiras mulheres jornalistas profissionais. Começou na Agência Americana de Notícias pela mão da jornalista Virgínia Quaresma – com salário, horário e hierarquia.

«Paladina dos Direitos Humanos e dos direitos da mulher, jornalista e escritora de elevado mérito» nasceu a 6 de outubro de 1893, em Torres Novas.

Oriunda de uma família burguesa viveu até aos 10 anos em Torres Novas, onde concluiu os estudos. Posteriormente aprendeu várias línguas, usando essa formação para trabalhar como tradutora.

Casou pela primeira vez em 1910 com Teófilo José Pignolet Ribeiro da Fonseca. Desta união teve duas filhas, Maria Emília (1911) e Maria Manuela (1913). Viveu em Luanda entre 1911 e 1913, acompanhando o marido em missão militar.

Em 1921 casou em segundas núpcias com o jornalista Alfredo da Cunha Lamas de quem teve uma filha, Maria Cândida.

 

 

Inferno – Canal Q

O diretor do NewsMuseum, Rodrigo Moita de Deus, em entrevista ao programa Inferno, do canal Q. O equipamento foi inaugurado no dia 25 de abril, em Sintra.

Inferno – Canal Q, 02/05/2016

O diretor do NewsMuseum, Rodrigo Moita de Deus, em entrevista ao programa Inferno, do canal Q. O equipamento foi inaugurado no dia 25 de abril, em Sintra.

Quanto ao O Primeiro de Janeiro é justo notar que resistiu admiravelmente às sacudidelas do período revolucionário. Foi dos poucos jornais de então que não registou mudanças na estrutura de administração ou direção. 

Manuel Pinto de Azevedo Júnior manteve-se fiel ao projeto e aos seus ideais e honrou a tradição liberal do matutino. Em plena ditadura salazarista, manteve como colunistas figuras da oposição como Abel Salazar ou Norton de Matos. 

Em Novembro de 1976, quando, por motivos de saúde, passou finalmente o testemunho da direção do jornal a Alberto Uva, Manuel Pinto de Azevedo Júnior entregou-lhe um legado singular: uma vela e uma caixa de fósforos. «Isto é para o alumiar, se tudo se apagar cá na casa», disse-lhe. «Um diretor do Janeiro nunca pode ficar às escuras!

Manuel Pinto de Azevedo Júnior morreu em 1978, dois anos depois de passar o testemunho d’ O Primeiro de Janeiro.

 

Prova Oral – Antena 3

Em entrevista à Prova Oral, Rodrigo Moita de Deus, diretor do NewsMuseum, dá a conhecer este espaço, localizado em Sintra, dedicado às notícias, aos Media e à Comunicação.

Prova Oral – Antena 3, 31/05/2015

Em entrevista à Prova Oral, Rodrigo Moita de Deus, diretor do NewsMuseum, dá a conhecer este espaço, localizado em Sintra, dedicado às notícias, aos Media e à Comunicação.

 

 

Estamos a 15 de maio de 1957, a edição d’O Primeiro de Janeiro estava quase a fechar quando recebeu o anúncio de um filme que a produtora demorou a enviar.

Recebido, foi diretamente enviado para a composição sem passagem pela Censura, como explica pacientemente Manuel Pinto de Azevedo Júnior, num ofício dirigido à direção dos Serviços de Censura.

Parecia inofensivo…mas, não era. Sob o título «Raparigas de Hoje», em exibição no cinema Batalha a partir dessa noite, contava o drama das raparigas do hoje da altura com os seus problemas, sonhos, ilusões, esperanças e aventuras. O que desafiava os «bons costumes» da época era o facto de as raparigas levantarem a saia até à cintura.

O coronel de serviço considerou a publicidade «contrária à moral», sugerindo que o jornal fosse sancionado por publicação de materiais não submetidos ao visto.

 

 

Raúl Rego e Vítor Direito são outros dos nomes do jornalismo de combate português. Mais novos e menos discretos que Manuel Pinto de Azevedo Júnior assumiram posições claramente antagonistas ao Antigo Regime.

Raúl Rego foi diretor do República e Vítor Direito fez parte da equipa. Ambos denunciavam os procedimentos inquisitoriais feitos pela Censura aos jornais.

A 9 de fevereiro Raúl Rego é entrevistado por José Pedro Castanheira para o Expresso  e sobre esta questão afirmou: «O República praticamente não dava notícias: tudo o que fosse suscetível de ser cortado não dava. Era uma teoria. Ora não se compra um jornal apenas pelas ideias que ele tem ou defende: um jornal compra-se sobretudo pelas notícias que dá».

A coluna de Raúl Rego chamada «momento», no jornal República, era a mais lida e a que mais influenciou os homens que fizeram mais tarde o 25 de abril de 1974.

Vítor Direto igualmente combativo nesta época, fundou em 1979 o jornal Correio da Manhã.

 

NewsMuseum na Imprensa italiana

La storia, specie quella contemporanea, è in fondo è un susseguirsi di notizie. A Sintra, bellissima cittadina a trenta chilometri da Lisbona, sono partiti da questa premessa per aprire il “NewsMuseum”, il museo delle notizie.  

 

Imprensa

La Stampa, 29/05/2016

La storia, specie quella contemporanea, è in fondo è un susseguirsi di notizie. A Sintra, bellissima cittadina a trenta chilometri da Lisbona, sono partiti da questa premessa per aprire il “NewsMuseum”, il museo delle notizie.  

Durante este tempo, a PIDE emitiu a seguinte circular «Como Identificar as Actividades Clandestinas do PCP». Neste documento, durante a segunda metade da década de 1940, a polícia lembrava aos agentes que «os membros do Partido Comunista Português (PCP) instalados no Centro e Sul compram sistematicamente O Século e os do Norte, adquirem por norma O Primeiro de Janeiro».

Assim a oposição ao Antigo Regime por parte das publicações noticiosas eram feitas no Norte sob a égide de Manuel Pinto de Azevedo Júnior, n’ O Primeiro de Janeiro e no Sul por Acúrsio Pereira, chefe de redação do jornal O Século.

 

 

 

NewsMuseum na Imprensa francesa

Situé dans le centre de Sintra , le “musée de nouvelles/informations” est un projet de Luis Paixão Martins. Il est présenté comme “la plus grande expérience des médias et de la communication en Europe”.

 

Imprensa

L’Equipe, 14/06/2016

 

Rádio

Radio France Internationale, 26/04/2016

Situé dans le centre de Sintra , le “musée de nouvelles/informations” est un projet de Luis Paixão Martins. Il est présenté comme “la plus grande expérience des médias et de la communication en Europe”.

Nuno Rocha, que teve n’O Primeiro de Janeiro a sua primeira grande experiência jornalística, lembra «o bravo lutador antifascista» nas suas «Memórias de um Ano de Revolução», contando que, quando foi a Paris pela primeira vez, o diretor do jornal despediu-se dele e meteu-lhe no bolso, comovido, dois mil escudos para ajudar às despesas.

Alberto Uva, jornalista e poeta, recordou as raras reprimendas que o faziam «alterar o estilo cavalheiresco» durante alguns instantes antes de a voz amaciar, o coração pedir palavra e surgir a frase de sempre: «Para a próxima vez…».

Durante o Antigo Regime, quando a repressão da polícia política, a PIDE, se abateu sobre alguns trabalhadores do jornal, Manuel Pinto de Azevedo Júnior nunca lhes retirou o vencimento. Ao serem libertados, esses trabalhadores encontravam sempre o seu posto de trabalho.

 

Reportagem E2 – RTP2

O Museu que imortaliza as boas e as más notícias, homenageia os grandes nomes da Comunicação e que faz os visitantes sentir-se parte da Rádio e da Televisão. O programa E2, da RTP2, visitou o NewsMuseum a 31 de maio. Reportagem

O Museu que imortaliza as boas e as más notícias, homenageia os grandes nomes da Comunicação e que faz os visitantes sentir-se parte da Rádio e da Televisão. O programa E2, da RTP2, visitou o NewsMuseum a 31 de maio. Reportagem

Pinto de Azevedo Júnior herdou o jornal do pai, Manuel Pinto de Azevedo, que o comprara com outros sócios em 1923.

No entanto ao contrário do pai, que era um empresário de sucesso, o seu coração pulsa sobretudo com as vicissitudes do Primeiro de Janeiro. Os negócios da vinha, as fábricas nunca o motivaram. Era o jornal que o fazia mexer e assim foi até à sua morte.

Manuel Pinto de Azevedo Júnior nasceu em 1905 e tornou-se diretor do jornal em 1937. Foi diretor desta publicação até 1976. Até final desta década, viveu a dois passos da redação, no n.º 326. Toda a sua vida concentrou-se naquele quarteirão.

 

 

No Porto, nesta época, as leituras d’O Primeiro de Janeiro eram divididas com jornal O Comércio do Porto, do qual Bento Carqueja – um grande benemérito da época foi diretor e grande impulsionador. Legado que deixou para as direções seguintes.

Ainda assim, O Primeiro de Janeiro alcançou um maior protagonismo quando em 1870, em plena Guerra Franco-Prussiana e bem antes da direção de Manuel Pinto de Azevedo Júnior, aceitou receber telegramas dos alemães ao contrario da concorrência que apenas recebia notícias dos franceses. Em consequência, quando os alemães entraram em Paris, apenas os leitores d’O Primeiro de Janeiro estavam atualizados do desenrolar da guerra.

Com esse prestígio a tiragem passou de 3 mil exemplares, em 1870, para 15 mil no final da mesma década.

De mãos dadas com a inovação que vira na Bélgica, no tempo em que lá viveu, Pinto de Azevedo Júnior decidiu modernizar O Primeiro de Janeiro, tornando-o pioneiro na introdução da máquina de escrever na redação.

Diretor exímio tornou O Primeiro de Janeiro num jornal de referência que, além de lucrativo, de circulação elevada e repleto de publicidade, foi uma escola de jornalismo para muitos gerações de jornalistas. a «escola do Janeiro», como alguns destes lhe chamavam.

Abriu as portas à cultura e a partir de 1945 permitiu que os grandes pintores nacionais da época pudessem expor as suas obras no piso térreo do edifício do jornal. A sua dedicação no desenvolvimento da imprensa portuguesa marcou todos aqueles que com ele convieram.

Em Lisboa, a preocupação com o melhoramento do grafismo nos jornais também era um assunto prioritário. Neste assunto, José Joaquim Silva Graça, diretor d’O Séculoe empresário foi responsável pela renovação das artes tipográficas, da fotogravura e da impressão nas publicações sob a sua alçada. Além d’O Século, criou Suplemento Humorístico e a revista Ilustração Portugueza. Pinto de Azevedo Júnior tinha assim um parceiro e rival na inovação e empreendedorismo.

 

 

NewsMuseum na Imprensa espanhola

El 42º. Aniversario de la Revolución de los Claveles ha comenzado a la medianoche de un modo original, a la misma hora, que el 25 de abril de 1974, se dio la señal desde la radio, a los militares para emprender la marcha hacia Lisboa que puso fin al régimen dictatorial de Salazar. Ya que el presidente portugués, Marcelo Rebelo de Sousa, y el primer ministro, el socialista, Antonio Costa, han inaugurado, a esa hora, en Sintra el NewsMuseum, el Museo de las Noticias, que recrea las más importantes de los últimos 150 años.

 

Imprensa

La Voz de la Galicia, 25/04/2016

 

Televisão

RTVE, 27/04/2016

 

Rádio

COPE, 26/04/2016

El presidente portugués, Marcelo Rebelo de Sousa, y el primer ministro, el socialista, Antonio Costa, han inaugurado, en Sintra, el NewsMuseum, el Museo de las Noticias, que recrea las más importantes de los últimos 150 años.

 

No n.º 312 da Rua de Santa Catarina, funcionava o jornal O Primeiro de Janeiro, alma da cidade do Porto, orgulho dos homens de letras e paixão contínua da vida de Manuel Pinto de Azevedo Júnior.

A visita da Escola Secundária Seomara da Costa Primo

Os alunos da Escola Secundária Seomara da Costa Primo vieram até à Vila de Sintra para conhecer o NewsMuseum, no dia 28 de junho

De regresso a Portugal, foi Secretário de Estado da Emigração, em 1979, no V Governo Constitucional, de Maria de Lourdes Pintasilgo.

A uma carreira profícua no Jornalismo juntavam-se diversos cargos e atividades noutras áreas, incluindo Política, Economia e Diplomacia.