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News Standard

A visita da Escola João de Deus – Alcobaça

Os alunos da Escola João de Deus – Alcobaça vieram até à Vila de Sintra visitar o NewsMuseum, no dia 15 de junho.

Os aumentos de vendas permitiram contratar mais jornalistas e modernizar os equipamentos.

«Queremos fazer de A Capital uma escola de jornalismo», afirmava Mário Neves.

Na viragem para a nova década, o jornal começava a perder leitores e publicidade. As mudanças faziam baixas.

«Desiludido com o rumo que as coisas estavam a tomar», Mário Neves deixa A Capital em 1971 e abandona a profissão.

A visita do AGAP

Os alunos do AGAP – Atelier e Gabinete de Apoio Psicopedagógico visitaram o NewsMuseum no dia 14 de junho

Antes da edição inicial, o jornal já era questionado pelo regime; a equipa viu-se obrigada  provar que se tratava de uma publicação de informação geral e não com uma determinada inclinação política.

«Nós não somos comunistas, há gente da Voz, há gente do Novidades, há gente do Diário de Lisboa, há gente de outros jornais…», argumentava Mário Neves.

Marcello Caetano cedeu e A Capital saiu para as bancas. A primeira batalha tinha sido vencida.

A visita do ARPIAC

Os alunos do ARPIAC junto a Eça de Queiroz depois de uma visita pelo sistema mediático no ‎NewsMuseum, a 14 de junho

De repórter a dirigente, Mário Neves também colaborou na criação de diversas publicações.

Em maio de 1945, fundou com José Ribeiro dos Santos a revista Ver e Crer.

A publicação era inspirada pelo modelo das Selecções do Reader’s Digest, embora de cariz abertamente progressista.

A visita do Instituto Politécnico de Viseu

Os futuros comunicadores do Instituto Politécnico de Viseu vieram até à Vila de Sintra conhecer o NewsMuseum, a 9 de junho

Chegou ao Diário de Lisboa em 1931, mantendo-se na redação até 1967. Em 1958, assumiu o cargo de diretor-adjunto.

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A visita do Centro de Formação da Mercedes-Benz

Os alunos do centro de formação da Mercedes-Benz viajaram pelo globo da Liberdade de Imprensa, durante a visita ao ‪‎NewsMuseum‬, a 6 de junho

 

 

A visita da Universidade Fernando Pessoa

Os alunos de Ciências da Comunicação e de Ciência Política e Relações Internacionais da Universidade Fernando Pessoa vieram conhecer o NewsMuseum a 3 de junho

Mário Neves, à época um jovem estudante de Direito de 24 anos, testemunhava a chacina perpetrada pelas forças rebeldes de Franco.

Na edição do dia seguinte, a dimensão da tragédia tornava-se ainda mais clara:

«Passámos depois pelo fosso da cidade, que está ainda amontoado de cadáveres. São os fuzilados desta manhã».

A visita do Agrupamento de Escolas Mães d’Água

Os alunos do Agrupamento de Escolas Mães d’Água juntaram-se a Eça de Queiroz, depois da visita ao NewsMuseum, a 3 de junho

«Sou o primeiro jornalista português da entrar em Badajoz depois da queda da cidade em poder dos revoltosos. Acabo de presenciar um espetáculo de desolação e de pavor que não se apagará tão cedo dos meus olhos».

A 15 de agosto de 1936, Mário Neves revelava ao mundo a «matança de Badajoz». A cidade fora tomada pelos nacionalistas no dia anterior.

O repórter do Diário de Lisboa conseguira chegar a Badajoz através da fronteira portuguesa do Caia, deparando-se com «cenas de horror e desolação».

A visita da Representação da Comissão Europeia em Portugal 

A 27 de maio, a equipa da Representação da Comissão Europeia em Portugal junta-se à luta pela Liberdade de Imprensa, no final da visita ao NewsMuseum

Destemido e sedento de novas experiências, foi o primeiro jornalista português a embarcar num submarino e a voar numa avioneta e num balão.

Também viajou por território nacional, publicando o livro Três Dias em Olivença.

Conhecedor das questões ultramarinas, Hermano Neves acompanhou o General Norton de Matos na sua ida para Angola, onde este assumiu funções de Alto-Comissário.

Após o seu regresso, manteve-se ativo na imprensa clandestina, manifestando-se contra a ditadura implantada em 1926.

Já não veria o seu sonho político a ser cumprido. Faleceu em Lisboa, a 2 de março de 1929.

Republicano convicto (Maçónico ou não, os relatos divergem) o médico que virou correspondente de guerra encontrou no jornalismo a sua verdadeira vocação.

O seu contributo para a profissão foi analisado por Norberto Lopes na obra Hermano Neves: a Grande Reportagem.

A visita da Universidade Autónoma de Lisboa

Os alunos de Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa junto a Eça de Queiroz, no dia 27 de maio, depois de uma visita pelo sistema mediático, no NewsMuseum

«O sector portuguez tem-se mantido sempre na defensiva […] permanecemos alli, por emquanto, apenas com este simples objetivo: não deixar passar os allemães».

Hermano Neves via-se, assim, do lado oposto à nação germânica, país onde tinha vivido e estudado, reportando a partir da frente de batalha portuguesa.

A visita do Agrupamento de Escolas António Gedeão

Os alunos do Agrupamento de Escolas António Gedeão junto a Eça de Queiroz, no final da visita ao ‪‎NewsMuseum‬, a 23 de maio

A sua reportagem sobre a Ereira, uma vila perto de Coimbra que ficava isolada no Inverno, foi distinguida com o Prémio Gazeta.

Conquistou reconhecimento internacional ao ganhar o prémio Reis de Espanha, com um trabalho sobre a lixeira da Bobadela.

«Como eu estive lá de dia e de noite, consegui retratar essa realidade. Fiz uma reportagem sobre essas pessoas, consegui criar empatia com elas e perceber os seus valores».

Foi repórter, subchefe de redação e enviado especial; mas o trabalho na RDP deixava de ser suficiente.

«Comecei a pensar que Portugal não podia continuar a viver com uma emissora do Estado e outra da Igreja [Rádio Renascença]. Era necessário libertar a rádio, fazer um combate para que fosse possível criar novas emissoras».

Desse combate nascera a TSF.

A visita da Escola José Saramago

A 20 de maio, e como já é tradição, os alunos da Escola José Saramago juntaram-se a Eça de Queiroz para assinalar o final da visita ao NewsMuseum

«Em Angola aprendi todas as variáveis do exercício radiofónico, a fazer sonoplastia, a fazer som, a fazer locução. […] Na RDP, isso causou alguma surpresa a colegas jornalistas que sabiam escrever uma notícia, mas depois não sabiam trabalhá-la».