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News Standard

Visita de Pedro Rolo Duarte

Pedro Rolo Duarte, uma das vozes do programa «Hotel Babilónia», da Antena 1, embarcou numa viagem pelo mundo mediático, a 14 de agosto

Esteve diretamente envolvido em negociações de contratos coletivos, nas quais lutou pelos direitos dos jornalistas, sem nunca deixar de exigir destes o cumprimento dos seus deveres.

Olá Manhã – Rádio Renascença

O repórter Renato Duarte, do programa «Olá Manhã», veio conhecer o NewsMuseum, em Sintra, a 1 de setembro. Uma conversa com Rodrigo Moita de Deus, diretor do espaço dedicado à história e às estórias dos meios de comunicação em Portugal e no mundo. Reportagem

O repórter Renato Duarte, do programa «Olá Manhã», veio conhecer o NewsMuseum, em Sintra, a 1 de setembro. Uma conversa com Rodrigo Moita de Deus, diretor do espaço dedicado à história e às estórias dos meios de comunicação em Portugal e no mundo. Reportagem

Colaborou ainda com diversos organismos como o extinto Conselho de Imprensa, a Comissão da Carteira Profissional e a direção do Sindicato dos Jornalistas, presidindo ao seu Conselho Deontológico durante oito anos.

A visita do intercâmbio juvenil Sintra-Omura

Os sistemas mediáticos português e japonês cruzaram-se no‪ ‎NewsMuseum‬ com a visita dos alunos do Intercâmbio Juvenil Sintra-Omura, no dia 3 de agosto

Os sistemas mediáticos português e japonês cruzaram-se no‪ ‎NewsMuseum‬ com a visita dos alunos do Intercâmbio Juvenil Sintra-Omura, no dia 3 de agosto

Os sistemas mediáticos português e japonês cruzaram-se no‪ ‎NewsMuseum‬ com a visita dos alunos do Intercâmbio Juvenil Sintra-Omura, no dia 3 de agosto

A Visita do Centro de Formação Profissional da Amadora

As alunas do Centro de Formação Porfissional da Amadora junto a Eça de Queiroz depois de uma visita pelo sistema mediático no ‎NewsMuseum, no dia 1 de agosto

As alunas do Centro de Formação Porfissional da Amadora junto a Eça de Queiroz depois de uma visita pelo sistema mediático no ‎NewsMuseum, no dia 1 de agosto

Oscar Mascarenhas permaneceu na redação do Diário de Notícias durante duas décadas, chegando a redator principal.

Em 1990, cobriu as primeiras eleições livres na RDA após a queda do Muro de Berlim.

Assistiu ao início da Operação Tempestade no Deserto, escrevendo sobre a Guerra do Golfo, em 1990-1991, a partir da Jordânia, Arábia Saudita e Bahreim.

A partir de Jacarta, reportou sobre a X Conferência dos Países Não Alinhados. Juntamente com o Rui Moreira (LUSA), tornou-se um dos primeiros jornalistas em Timor-Leste, cobrindo o julgamento de Xanana Gusmão.

Visita do Centro de Formação da Amadora

As alunas do Centro de Formação Porfissional da Amadora junto a Eça de Queiroz depois de uma visita pelo sistema mediático no NewsMuseum, no dia 1 de agosto

As alunas do Centro de Formação Porfissional da Amadora junto a Eça de Queiroz depois de uma visita pelo sistema mediático no NewsMuseum, no dia 1 de agosto

Um feito que, mais de três décadas depois, continua a marcar a história do desporto nacional.

Visita do Região de Leiria

Os jornalistas do Região de Leiria junto ao globo da Liberdade de Imprensa, no final da visita ao NewsMuseum‬

Os jornalistas do Região de Leiria junto ao globo da Liberdade de Imprensa, no final da visita ao NewsMuseum‬

Em 1984, com dez anos no jornalismo, efetuou uma das reportagens mais marcantes da sua carreira.

«Talvez tenham sido os Jogos Olímpicos de 1984 o trabalho mais importante da minha vida», afirmou o jornalista.

Na madrugada de 13 de agosto, Portugal ficou colado ao ecrã da RTP a acompanhar a Maratona Olímpica.

Oscar Mascarenhas estava em Los Angeles, a acompanhar a comitiva portuguesa ao serviço do Diário de Notícias.

Chegara ao jornal dois anos antes, em 1982, depois de sete anos n’A Capital.

Visita da Casa da Cultura da JF da Ajuda

197 é o número de visitantes da Casa da Cultura da Junta de Freguesia da Ajuda que, nos últimos dias, viajaram pelo sistema mediático no NewsMuseum

197 é o número de visitantes da Casa da Cultura da Junta de Freguesia da Ajuda que, nos últimos dias, viajaram pelo sistema mediático no NewsMuseum

Em 1870, três anos depois do seu manifesto no Distrito de Évora, Eça de Queiroz, aceitou um desafio proposto pelo diretor do Diário de Notícias, Eduardo Coelho, e escreveu uma série de quatro reportagens para este jornal relatando a inauguração da rota do Canal de Suez. Do acontecimento à publicação da reportagem passaram dois meses, mas nem isso demoveu o interesse dos leitores na estória contada ao pormenor pelo «enviado especial».

«Port Said, cheio de gente, coberto de bandeiras, todo ruidoso dos tiros dos canhões e dos urras da marinhagem, tendo no seu porto as esquadras da Europa, cheio de flâmulas, de arcos, de flores, de músicas, de cafés improvisados, de barracas de acampamento, de uniformes, tinha um belo e poderoso aspeto de vida. A baía de Port Said estava triunfante. Era o primeiro dia das festas».

A visita de Sofia Nicholson

Sofia Nicholson e a família vieram visitar o ‪‎NewsMuseum no dia 21 de julho‬ e juntaram-se à luta pela ‪Liberdade de Imprensa‬ junto ao nosso globo luminoso

Eça de Queiroz, conhecido por projetar um jornalismo do futuro, escreveu na primeira edição do jornal Distrito de Évora, a 6 de janeiro de 1867, um artigo sobre o que entendia que deveria ser o Jornalismo em Portugal:

«O jornalismo na sua justa e verdadeira atitude, seria a intervenção permanente do país na sua própria vida política, moral, religiosa, literária e industrial. […] É o grande dever do jornalismo fazer conhecer o estado das coisas públicas, ensinar ao povo os seus direitos e as garantias da sua segurança, estar atento às atitudes que toma a política estrangeira, protestar com justa violência contra os atos culposos, frouxos, nocivos, velar pelo poder interior da pátria, pela grandeza moral, intelectual e material em presença das outras nações, pelo progresso que fazem os espíritos, pela conservação da justiça, pelo direito, da família, do trabalho, pelo melhoramento das classes infelizes».

APP NEWSMUSEUM

Faça o download gratuito da App NewsMuseum, que serve como “Behind the Scenes” e permite complementar as informações disponíveis sobre as diversas áreas temáticas.

 

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A visita de Rita Ferro

O NewsMuseum recebeu, a 16 de julho, a visita de Rita Ferro. Uma viagem pelo sistema mediático com paragem obrigatória na Via di Propaganda, com destaque para os símbolos da identidade nacional criados por António Ferro

Depois de uma saída atribulada do Diário de Lisboa, Norberto Lopes, juntamente com Mário Neves e outros jornalistas dessa redação, recriou A Capital, cuja primeira série tinha sido extinta aquando da instituição da Ditadura Militar. Esta «Continuidade» foi explicada no editorial.

Segundo o antigo jornalista d’A Capital, Daniel Ricardo, a saída de Norberto Lopes do Diário Lisboa teve que ver com um bilhete na primeira página titulado «Conversa Fiada», numa alusão a uma das «Conversas em Família», do então chefe do Governo, Marcelo Caetano, na RTP.

 

 

As espirituosas «Nota do Dia», como alguns chamavam contavam nas entrelinhas aquilo que a Censura ameaçava cortar.

Numa entrevista feita pela jornalista Maria Augusta Silva, em 1984, Norberto confessou o sucesso desta rubrica:

«Limitou-se a ser uma rubrica bem-humorada, mas sempre fácil em tempo de Censura, que me trouxe numerosos leitores. É curioso e lisonjeiro para mim que, ainda hoje, muitas pessoas me falem de uma ou de outra que lhes deu gosto e sei de algumas que as colecionaram».

Na mesma entrevista acrescentou que se escrevesse «agora uma [Nota do Dia] teria de voltar atrás e escrever, outra vez, nas entrelinhas. Os tempos, porém, mudaram e agora não são propícios a dizer aquilo que na realidade pensamos sem uma espécie de autocensura».

 

 

A visita do COJ do Centro de Bem Estar Social da Zona Alta de Torres Novas

O NewsMuseum recebeu, a 15 de julho, a visita do Centro de Ocupação Juvenil do Centro de Bem Estar Social da Zona Alta de Torres Novas

José Estevão, jornalista d’A Voz e rapaz da Arcada – «jornalista» que recolhia informações juntos dos ministérios – para o Diário de Lisboa, recordou que Norberto Lopes apesar de há época ser o diretor do DL nunca usufruiu do gabinete que essa condição lhe conferia.

«Mesmo depois de ser diretor, nunca deixou de estar na redação do jornal. Nunca ocupou, nem por um dia, o gabinete de Diretor, que era a melhor sala do edifício.»

Estevão acrescenta ainda que Norberto o aliciou mais que uma vez a convencer o Padre Dinis da Luz, da seção internacional d’A Voz, «a vir para o Diário de Lisboa». «Ele admirava-o pelo facto de numa só página condensar a informação religiosa que chegava do estrangeiro».

 

 

A visita do Clube da Biblioteca Municipal de Setúbal

O Clube da Biblioteca Municipal de Setúbal viajou pelo globo da Liberdade de Imprensa, a 15 de julho

Em 1936, já como Chefe de Redação do Diário de Lisboa, Norberto Lopes tornou-se no primeiro repórter português na Guerra Civil Espanhola. De Espanha para Lisboa chegou o relato que mostrou, desde logo, peripécias na viagem.

«A greve geral ferroviária que nos retém é um sintoma concludente de que a situação não se apresenta inteiramente favorável ao Governo».

Depois da viagem, negociada a ferros com os taxistas Norberto Lopes consegue, finalmente chegar a Madrid. As comunicações estavam interrompidas, com telégrafo, telefone e correio cortados. Assim que consegue, o repórter enviou um telegrama que descrevia as gentes madrilenas:

«A povoação tinha uma fisionomia pitoresca e inédita. Grupos armados percorriam as ruas, defendiam a entrada da vila em trincheiras cavadas à pressa e protegiam o “ayuntamiento”, onde dava ordens o Comité Revolucionário».

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Posteriormente, embrenhado nas teias bélicas, Norberto nota a censura que se fazia sentir de ambos os lados das barricadas:

«Se a censura de Madrid é rigorosa e deixa apenas filtrar para o estrangeiro as notícias que lhe convém, a censura dos revoltosos não é menos apertada e opõe-se, sobretudo, a transmissão de notícias que possam prejudicar as operações militares, o que até certo ponto se compreende», escrevia, a 3 de agosto de 1936.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entre perseguições e ameaças de prisão, Norberto testemunhou um assalto ao “ayuntamiento”, escondido detrás de uma esquina:

«Assisti, à luz dos candeeiros que iluminavam o cenário dramático da luta, a um combate desigual. (…) Metralhadoras e granadas de mão crivavam o edifício de chagas sangrentas e abria na noite um leque de luz (…) Não tardou muito  que os sitiados pedissem a paz. Uma dúzia de comunistas foram saindo lentamente do edifício, de mãos no ar e de olhos espavoridos. A certa altura, um deles destacou-se do grupo e tentou a fuga.  – Alto! Alto! Alto! À terceira vez, partiu um tiro. O pobre rapaz caiu redondo».

Por fim, o tiroteio terminou e o repórter confessou: «Tive a sensação de ter acordado de um terrível pesadelo e de que me encontrara, subitamente, à beira de um abismo».