O NewsMuseum vai criar uma biblioteca de livros que abordem temáticas relacionadas com os Media, o Jornalismo e a Comunicação com a chancela da Chiado Editora. A primeira dessas obras é o Novo Dicionário da Comunicação, um trabalho enciclopédico coordenado por Pedro Correia, consultor e jornalista com 30 anos de carreira
Militante comunista, Mário Castrim colaborou ainda com o jornal Avante!, onde revelou uma outra faceta que ele próprio subvalorizava: a de grande poeta.
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Os Curadores II
Vários módulos do NewsMuseum serão assinados por curadores convidados.Os primeiros nomes já foram revelados. Hoje passo a enunciar outros mais que aceitaram generosamente os convites que lhes fiz – apraz-me, aliás, relevar que o grau de aceitação tem sido de 100%, o que atesta o interesse com que está a ser acompanhada a iniciativa da Associação Acta Diurna
Mário Castrim tornava-se o primeiro crítico de televisão em Portugal.
Pioneiro nesta área, Mário Castrim foi o primeiro a reconhecer a qualidade de certos programas, como a história de José Hermano Saraiva ou «Nós, as mulheres», onde o crítico falou de uma «rapariga de olhos rasgados» (Maria de Lurdes Modesto) afirmando: «Finalmente apareceu alguém que sabe como se fala em televisão».
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O Dicionário
Albérico Fernandes, que noutra encarnação foi meu diretor na Rádio Renascença, ofereceu ao NewsMuseum um exemplar do Diccionario Jornalistico Portuguez, de Augusto Xavier da Silva Pereira, a coletânea das publicações periódicas editadas em português entre 1625 e 1889
Mais tarde, após o encerramento do Diário de Lisboa, trabalharia no semanário Tal & Qual, onde iria manter a página «Canal da Crítica» durante vários anos.
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As obras
A par da criação e realização dos conteúdos do futuro Museu das Notícias, estamos a iniciar as obras de reabilitação do edifício onde o equipamento vai ficar instalado a partir do próximo ano
Mário Castrim nasceu Manuel Nunes da Fonseca, em Ílhavo, a 31 de julho de 1920.
Casado com a escritora e jornalista Alice Vieira, o casal teve uma filha, Catarina, que mais tarde assinaria os seus livros como Catarina da Fonseca.
A carreira jornalística de Mário Castrim teve início em 1965, no Diário de Lisboa.
Logo começou a criticar a fraca prestação da televisão da altura, facto que o fez inaugurar um novo estilo no jornalismo português: a crítica televisiva.
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O protocolo com a Câmara Municipal de Sintra
A cedência pela Câmara Municipal de Sintra do edifício onde vai ficar instalado o Museu das Notícias passou por um processo negocial que foi formalmente concluído, a 4 de junho de 2015, com a assinatura de um protocolo
Faleceu a 1 de fevereiro de 2002, já considerado um dos símbolos da liberdade de imprensa e um dos rostos da democracia.
«A minha geração foi uma das sacrificadas. Espero que o meu sacrifício aproveite à paz e progresso dos meus filhos».
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As assinaturas
Manuel Falcão, José Rodrigues dos Santos e Diogo Queiroz de Andrade vão integrar a equipa de curadores voluntários do NewsMuseum. A seguir ao painel de comissários do “Panteão” do museu, estes foram os primeiros convidados pelo projecto e, felizmente, os três aceitaram
Além da sua carreira como jornalista e político, também se destacou como escritor e historiador, publicando dezenas de obras.
Ficou conhecido como um dos principais bibliófilos portugueses, pela sua paixão e estudo dos livros.
Jornalista, político, historiador e maçon, Raul Rego foi um homem das artes e da cultura e destacou-se na defesa das liberdades democráticas.
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O local
O nosso “Museu das Notícias” terá uma forte expressão digital (“web” e “mobile”), mas definimos desde o primeiro minuto como objetivo estratégico que o mesmo fique disponível, como experiência analógica, num edifício de referência de uma das principais centralidades turísticas da Região de Lisboa
Newsmuseum in the News
Adivinhe quem foi o primeiro a entrar no NewsMuseum
Meia-noite. Lá fora, soam tambores. Um coro começa a entoar Grândola, Vila Morena a segunda senha do Movimento das Forças Armadas nos primeiros minutos do 25 de Abril. Pelas portas do NewsMuseum entra Marcelo Rebelo de Sousa.
Meia-noite. Lá fora, soam tambores. Um coro começa a entoar Grândola, Vila Morena a segunda senha do Movimento das Forças Armadas nos primeiros minutos do 25 de Abril. Pelas portas do NewsMuseum entra Marcelo Rebelo de Sousa. O Presidente da República foi o visitante número um deste novo espaço cultural em Sintra, aberto a partir de ontem ao público, e que ao longo de três andares exibe mais de 25 módulos temáticos sobre a história de Portugal e do mundo, através da sua cobertura jornalística.
Comemorações 25 de Abril: A estreia de António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa
O Presidente da República desejou ontem à noite, na abertura do NewsMuseum, no centro histórico de Sintra, que no final do seu mandato o país esteja “mais desenvolvido” e “integrado no quadro europeu”.
As comemorações do 25 de abril são uma estreia para o primeiro-ministro, António Costa e, para Marcelo Rebelo de Sousa. O Palácio de S. Bento e a Assembleia da República abrem ao público hoje à tarde. O Presidente da República desejou ontem à noite, na abertura do NewsMuseum, no centro histórico de Sintra, que no final do seu mandato o país esteja “mais desenvolvido” e “integrado no quadro europeu”.
Carolina Mascarenhas, a Coordenadora Executiva do “NewsMuseum”,espaço museológico dedicado às notícias e à comunicação que abre no próximo dia 25 de abril em Sintra é a convidada do Hotel Babilónia.
Carolina Mascarenhas, a Coordenadora Executiva do “NewsMuseum”,espaço museológico dedicado às notícias e à comunicação que abre no próximo dia 25 de abril em Sintra é a convidada do Hotel Babilónia.
Na próxima segunda-feira abre o museu das notícias, em Sintra. Um sonho de Luís Paixão Martins que se tornou um museu interativo onde se tenta dar a compreender a origem das notícias e a evolução dos meios de comunicação social ao longo dos tempos. No antigo Museu do Brinquedo, mesmo à entrada da vila.
Na próxima segunda-feira abre o museu das notícias, em Sintra. Um sonho de Luís Paixão Martins que se tornou um museu interativo onde se tenta dar a compreender a origem das notícias e a evolução dos meios de comunicação social ao longo dos tempos. No antigo Museu do Brinquedo, mesmo à entrada da vila.
Em 2016, Cavaco Silva chegou ao final do segundo mandato, realizaram-se eleições presidenciais e venceu Marcelo Rebelo de Sousa. Título do Expresso: “Cavaco muda-se para Alcântara e reaprende a conduzir”.
Neste ano várias grandes investigações passaram pelas páginas do Expresso. Uma das mais mediáticas foi o Football Leaks, nascido, sabemos hoje, do site criado pelo denunciante Rui Pinto para expor negócios obscuros do mundo do futebol.
“O dinheiro escondido dos melhores do mundo. Esquemas de offshores de clientes de Jorge Mendes para não pagar impostos. Ronaldo investigado pelo fisco espanhol. Mourinho já pagou tudo”, lia-se no Expresso.
Outro escândalo internacional foram os Panama Papers, a revelação de milhões de documentos da sociedade de advogados Mossack Fonseca, do Panamá, sobre paraísos fiscais offshore. Chefes de Estado, políticos e milionários foram expostos. “Mais de 240 portugueses nas offshores. Luís Portela, Manuel Vilarinho e Ilídio Pinho entre os envolvidos. Dinheiro do caso Sócrates veio do saco azul do GES” foram os nossos primeiros títulos.
Também tínhamos feito uma reportagem sobre o 127º Curso de Comandos, quando dois dos militares morreram no campo de Alcochete. “Começaram 67, dois morreram, 23 receberam a boina. Os primeiros indícios recolhidos pela Justiça indicam que os instrutores não respeitaram o guião do curso. ‘As mortes foram um murro no estômago. Mas desistir não era uma opção’”.
A Europa continuava a ser fustigada pelo Estado Islâmico.
O maior massacre ocorreu na avenida marginal de Nice, no Sul de França, quando um terrorista lançou um camião sobre a multidão que celebrava o Dia da Bastilha e matou 86 pessoas. Em Berlim, um atropelamento também com um camião num mercado de Natal fez 12 mortos. Em Bruxelas, bombistas suicidas explodiram-se no aeroporto e numa estação de metro causando 35 vítimas mortais.
Os britânicos disseram sim ao ‘Brexit’, a sua saída da União Europeia. O tema ocupou toda a nossa primeira página: “Estados desunidos na Europa. O que se segue na vida dos europeus depois de o Reino Unido ter mudado a História”.
O que também mudou a História foi a aprovação no Parlamento da adoção de crianças por casais homossexuais. A coadoção era uma das promessas eleitorais do PS.
No ano em que aconteceu a maior manifestação de sempre de taxistas contra a Uber, a plataforma digital de transportes que estava desde 2014 a operar em Portugal, realizou-se pela primeira vez em Lisboa a Web Summit, a maior conferência europeia de empresas tecnológicas.
António Guterres foi eleito secretário-geral das Nações Unidas (mesmo enganado por Merkel, que apoiou outra candidata), Assunção Cristas tornou-se líder do CDS-PP, e Donald Trump chegou a Presidente dos Estados Unidos.
Faleceram Leonard Cohen, Prince, Fidel Castro, Shimon Peres, Pierre Boulez, David Bowie, Umberto Eco, Nicolau Breyner, Johan Cruijff, Muhammad Ali, João Lobo Antunes, George Michael…
O Rio de Janeiro recebeu os Jogos Olímpicos de verão no meio de uma conturbada crise política (a Presidente Dilma Rousseff foi destituída e o seu vice-presidente, Michel Temer, ficou Presidente interino durante os Jogos). Portugal apenas conseguiu uma medalha de bronze da judoca Telma Monteiro.
Pelo contrário, conseguimos a glória absoluta no Europeu de Futebol realizado em França, batendo a seleção da casa na final em Paris por 1-0 com golo de Éder.
Uma alegria enorme para todos os portugueses, num ano em que o Expresso escreveu que “Portugal nunca teve tantos emigrantes. 2,3 milhões vivem lá fora”.