MEDIA AGE EXPERIENCE
"INESPERADO, INTELIGENTE E DIVERTIDO"

News Standard

1985

1984

1983

Prémio de Jornalismo Fernando de Sousa

O Prémio de Jornalismo «Fernando de Sousa» foi instituído a 9 de maio de 2016. É atribuído a jornalistas e a estudantes do ensino superior de cursos de jornalismo ou comunicação social que tenham contribuído de forma notável para clarificar questões importantes a nível europeu ou que tenham promovido um melhor conhecimento das instituições ou políticas da União Europeia em Portugal.

Biografia

Fernando de Sousa era Europa antes de Portugal o ser, esteve lá para nos ambientar à ideia, esteve lá quando os dez passaram a doze, esteve lá quando a CEE passou a UE, quando os doze passaram a quinze, quando de quinze passaram a ser vinte e cinco, vinte e seis e vinte e sete. A carreira da Europa e a carreira de Fernando de Sousa seguiram par a par até ao prematuro desaparecimento do jornalista.

1949

Nasceu a 16 de fevereiro.

1965-1968

Enquanto membro da equipa radiofónica do Liceu Camões, em Lisboa, manteve uma rubrica na Rádio Universidade.

1968

Produziu o apontamento “Dimensão 5” da Rádio Renascença.

1969

A 15 de julho, passou para o leme do programa “Página Um”, também na Renascença.

1970

Em maio estreia-se no programa da Renascença “Alfa 3”, que ia para o ar entre as três e as sete horas da manhã.

1973

Em março de 73 inicia o serviço militar, interrompendo-o apenas para o seu casamento, a 30 de setembro. Pouco depois do matrimónio seguiu para a Guiné onde se manteve até 16 de fevereiro de 1974, dia do seu aniversário.

1974

De fevereiro até abril, esteve em Mafra no curso de Capitães. Era lá que se encontrava aquando da revolução dos cravos.

Em outubro voltou para a recém-independente Guiné onde ajudou à retirada de pessoal e material português. Durante essa altura trabalhava também para a Rádio Bissau. Em novembro regressou a Portugal e integrou o “Grupo Invasor” da Renascença.

1976

Nasce a 25 de agosto o seu filho.

1977

Em janeiro, entra na RDP, primeiro na onda curta e, mais tarde, na onda média, onde chegou a fazer os noticiários da manhã.

1981

Começa, em janeiro, a trabalhar na BBC. Por volta da mesma altura, torna-se correspondente em Londres, primeiro para o Jornal Comércio do Porto, e, a partir de 1986, para o Diário de Notícias.

1990

Já ao serviço do DN, muda-se de Londres para Bruxelas onde abre a primeira delegação dum órgão de comunicação social português nessa cidade.

1993

Chega à televisão pela mão da recém-formada SIC. Aí se manteve até 2014, ano da sua morte, como correspondente em Bruxelas e especialista em assuntos europeus.

2006

O Presidente da Republica Jorge Sampaio destingiu-o como Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

2014

Fernando de Sousa faleceu na madrugada de 9 de outubro em Milão, cidade em que se encontrava a cobrir a Cimeira Europeia de Emprego ao serviço da SIC.

2017

Entrega dos primeiros prémios Fernando de Sousa. Estes prémios entregues pela Comissão Europeia a que Fernando de Sousa empresta o nome, visam premiar peças jornalísticas que tenham contribuído “de forma notável para clarificar questões importantes a nível europeu ou que tenham promovido um melhor conhecimento das instituições ou políticas da União Europeia em Portugal.”

Biografia

Fernando de Sousa era Europa antes de Portugal o ser, esteve lá para nos ambientar à ideia, esteve lá quando os dez passaram a doze, esteve lá quando a CEE passou a UE, quando os doze passaram a quinze, quando de quinze passaram a ser vinte e cinco, vinte e seis e vinte e sete. A carreira da Europa e a carreira de Fernando de Sousa seguiram par a par até ao prematuro desaparecimento do jornalista.

Fernando de Sousa era Europa antes de Portugal o ser, esteve lá para nos ambientar à ideia, esteve lá quando os dez passaram a doze, esteve lá quando a CEE passou a UE, quando os doze passaram a quinze, quando de quinze passaram a ser vinte e cinco, vinte e seis e vinte e sete.

1995

1982

1981

Newsletter de maio de 2018

Recorde os assuntos em destaque na newsletter de março de 2018.

A maior experiência de Media e Comunicação da Europa está em Sintra

O NewsMuseum celebrou, no dia 25 de abril, o seu segundo aniversário. Neste vídeo pode descobrir, em poucos segundos, algumas das áreas com mais destaque na visita ao espaço.

Ver mais

NewsMuseum destacado na Pumpkin como um dos espaços eleitos para as Festas de Aniversário

As Festas de Aniversário em espaços fechados não têm de ser aborrecidas. O NewsMuseum pode ser o palco da festa do ano, oferecendo uma experiência única e interativa para festejar o aniversário dos mais novos. Durante a visita guiada, os convidados vão participar em diversas atividades, jogos e experiências, no mais inovador e moderno equipamento cultural de Portugal.

Ver mais

A Briefing veio ao NewsMuseum entrevistar o Diretor de Marketing da Galp e o Diretor das Farmácia Portuguesas

«O cliente tem sempre razão?» foi o mote da conversa entre João Torneiro, Diretor de Marketing da Galp, e Pedro Ferreira, Diretor das Farmácias Portuguesas. O NewsMuseum foi o local eleito para trocar ideias em torno da importância do serviço ao cliente nesta era das expectativas elevadas. Veja aqui a entrevista.

Ver mais

Artigo Poynter

Já são conhecidos os vencedores dos Prémios Pulitzer 2018. Os jornais New York Times, The New Yorker, The Washington Post e Reuters estão entre os premiados, num total de catorze categorias que distinguem o melhor do Jornalismo. Saiba no artigo deste mês todos os vencedores.

Here are the winners of the 2018 Pulitzer Prizes

Vi e Gostei

Ver mais

Entrevista  

Na segunda entrevista, do programa Senhor Jornalista, o cenário escolhido foi a Via Di Propaganda do NewsMuseum. Desta vez olhamos para o mundo do Jornalismo de investigação com o jornalista Paulo Pena do Público.

Ver mais

Luís Paixão Martins

A RTP contra o Fado

Foi o interesse pelo Turismo que me levou a ver o “nosso” Festival da Eurovisão. Queria avaliar como resultava, na realidade do virtual, aquela que é certamente a maior operação concertada de promoção das ofertas turísticas do nosso país. 

Ver mais

A RTP contra o Fado

Foi o interesse pelo Turismo que me levou a ver o “nosso” Festival da Eurovisão. Queria avaliar como resultava, na realidade do virtual, aquela que é certamente a maior operação concertada de promoção das ofertas turísticas do nosso país. 

Foi o interesse pelo Turismo que me levou a ver o “nosso” Festival da Eurovisão.

Mas, não sendo a componente musical do EuroFestival uma onda da minha praia, dei comigo a refletir sobre o significado que tudo aquilo, que estava a ser testemunhado por 200 000 000 (em algarismos 200 milhões é ainda mais impressionante) de espetadores de várias partes do Globo, representava para a RTP e que ilações podemos ser levados a retirar.

A concessionária do Serviço Público está sempre a procurar combater aquela imagem que lhe está colada de velha empresa pública despesista. Tem tido uma vida de incoerências, sobressaltos, ziguezagues, embora esta continuidade da presidência de Gonçalo Reis pareça augurar algo de bom. 

Nos anos mais recentes sofreu com a troika como muitos portugueses sofreram – e, em particular, o setor empresarial do Estado. E quando se torna objeto de notícia (o Correio da Manhã tem mesmo uma página e um comentador exclusivamente dedicados à RTP) raramente o é para receber elogios.

Pois bem, esta RTP conseguiu criar, organizar, produzir, realizar aquele que é um dos principais eventos televisivos do Mundo com uma qualidade de que nós, portuguesinhos fatalistas, nos podemos orgulhar. 

Eu sei que a RTP tem credenciais em grandes eventos internacionais. Foi, que me lembre, o Europeu de Futebol, foi o Tratado de Lisboa, foi isto e aquilo. Mas, atenção, estamos perante um tipo de evento muito mais exigente do que os outros – visto associar o “conteúdo” ao “broadcasting”. 

Ou seja, desta vez não estamos perante um evento concebido e montado por terceiros e transmitido pela televisão pública. Estamos perante um evento da nossa TV pública. 

Claro, é uma espécie de “franchising” da Eurovisão, o formato é repetido, a metodologia está testada, há parcerias e fornecedores comuns a edições passadas, tudo isso é verdade, mas não deixa de ser um espetáculo de TV – o maior evento musical do mundo – realizado, do primeiro ao último minuto pela RTP.

Acresce que se trata uma indústria daquelas que constituem os alicerces do mundo moderno. Desta feita o investimento não foi em betão, foi em computadores, programação, sistemas de som, efeitos visuais, robôs, criatividade aplicada, tecnologia. 

Chega a ser saudavelmente irónico que a apresentação de algumas das nossas melhores competências contemporâneas seja feita pela velha e pública RTP. 

E isto – esta luta da RTP contra o fatalismo – ocorre perante uma enorme audiência irrepetível.

Lisboa tem sido cenário, ultimamente, de uma sucessão de grandes e bons eventos internacionais, mas, com o EuroFestival, sai dos eventos de nicho, que são “apenas” relevantes para setores específicos de atividade e para certas área dos Media, e entra, pela porta grande, na “banda larga” da televisão global. 

A Câmara Municipal de Lisboa, a Associação Turismo de Lisboa e o Turismo de Portugal, que apoiaram a RTP no esforço financeiro deste evento, estão com certeza a avaliar positivamente a eficácia que mostraram em potenciar esta oportunidade. 

E, sim, os filmes promocionais de Lisboa e os “spots” das várias ofertas turísticas do nosso País resultam muito bem. 

Paulo Pena

Na segunda entrevista, do programa Senhor Jornalista, o cenário escolhido foi a Via Di Propaganda do NewsMuseum. Desta vez olhamos para o mundo do Jornalismo de investigação com o jornalista Paulo Pena do Público.

Na segunda entrevista, do programa Senhor Jornalista, o cenário escolhido foi a Via Di Propaganda do NewsMuseum.